O turismo corporativo voltou a ocupar um papel estratégico dentro da hotelaria brasileira. Após um período de retração nos últimos anos, viagens de negócios, eventos e encontros presenciais retomaram força e já impactam diretamente a ocupação hoteleira em diferentes regiões do país.
Somente em janeiro de 2026, o segmento movimentou mais de R$ 1 bilhão, reforçando a retomada consistente do setor e o aumento da demanda por hospedagens voltadas ao público corporativo.
A projeção para este ano é ainda mais expressiva: o turismo de negócios pode alcançar cerca de R$ 14 bilhões em faturamento, impulsionado principalmente pela volta de feiras, congressos, convenções, reuniões presenciais e eventos empresariais de grande porte.
Grandes centros urbanos seguem entre os principais beneficiados desse movimento. Cidades com forte presença empresarial, polos de eventos e infraestrutura para receber encontros corporativos observam crescimento na ocupação hoteleira, aumento na circulação de visitantes e maior demanda por serviços ligados à hospitalidade.
Além da hospedagem, o turismo corporativo também movimenta restaurantes, transporte, centros de convenções e diferentes segmentos da economia local, fortalecendo ainda mais a cadeia do turismo.
Nesse cenário, o posicionamento estratégico dos empreendimentos se torna fundamental. Hotéis preparados para atender às demandas do público corporativo, com estrutura adequada, localização estratégica, conectividade e serviços eficientes, tendem a se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.
O SindHoteis acompanha constantemente as movimentações do setor e reforça a importância de planejamento, atualização e adaptação do mercado hoteleiro frente às novas oportunidades que surgem com a retomada do turismo corporativo.